Kill Bill Vol.2
É ridículo eu falar de Kill Bill… Estava passando essa noite, peguei só o finalzinho e repeti as falas eu mesma, ao mesmo tempo que os atores, imitando as entonações e os gestos. Eu vi tantas, mas tantas vezes. Eu tenho histórias com Kill Bill. Eu briguei com um cineasta pra defender Kill Bill. Na verdade, pra defender Tarantino mesmo. Eu tenho um standee da Uma Thurman e fotos do set. Puh-lease…
Eu queria saber por que gosto tanto do Kill Bill 2 e
acho o Kill Bill 1 mediano. Acho que sei, mas a
explicação que bolei na minha cabeça não me convence
muito bem.
por Jules — August 5, 2006 @ 4:25 am
Jules, numa das mil vezes que fui ao cinema ver Kill Bill Vol.1, acompanhei um casal de amigos apaixonados por Tarantino. Eles gostaram, sim, mas não acharam muito tarantinesco no sentido de que faltavam diálogos sobre o que a música da Madonna realmente quer dizer e todo o absurdo de como a Karen Kim aponta uma arma para a Uma Thurman enquanto lê a embalagem do teste de gravidez, em Kill Bill vol.2.
Kill Bill vol. 1 abre com uma cena bastante Tarantino que é a cat fight violenta seguida por um “aceita um café?” enquanto limpam o próprio sangue, mas é basicamente só isso. Kill Bill 1 é mais focado em imagem do que em diálogo, Tarantino disse que fez o primeiro para provar que conseguia fazer um filme de ação, cenas de luta melhores do que a de Matrix e tal. O conteúdo mesmo ficou para o Volume 2 - por isso, o rosto do Bill só aparece no segundo, por isso o nome da noiva só é revelado aí. Talvez seja isso. Os diálogos e as expressões do 2 são realmente sensacionais, talvez você aprecie mais isso, mas é só palpite. =)
por ladysnowblood — August 6, 2006 @ 7:44 pm