The Life Aquatic with Steve Zissou

Em meu círculo de contatos, eu sou lembrada, entre outras coisas, por ser capaz de defender Tarantino durante longas e calorosas discussões. Eu ouço sussurros, "não fale mal de Kill Bill perto dela" e coisas assim. É com grande choque que hoje eu percebi que talvez, apenas talvez, Tarantino não seja meu diretor preferido.

Eu não sou boa em escolher coisas para serem preferidas, eu prefiro muito mais gostar de um grupo seleto, imaginá-los como um só, um grande Frankenstein da coolness cinematográfica; O queixo do Tarantino, o nariz de Soffia Coppola, o umbigo do Hitchchock, a testa de Truffaut, as sobrancelhas de Fellini, os óculos de Woody Allen, assim por diante… Assustador!

Já me perguntaram que filme atual eu gostaria de ter assinado, de ter dito que fui eu quem fiz, ou com o que um filme meu se pareceria e a primeira resposta que me surgia à mente era The Virgin Suicides. Depois, eu pensava The Royal Tennenbaums… Rushmore? Não sei.

Apesar de eu amar Tarantino e violência em geral, eu não consigo me imaginar nesse meio, talvez porque eu não me imagino batendo em ninguém com eficácia (apesar dos meus sonhos). Seria desconfortável como Bill Murray usando speedos. 

Aah, Wes Anderson é uma resposta tão boa. A combinação da beleza gráfica, da falta de realismo (tudo tarantinesco, nesse sentido) com a sensibilidade de Sofia Coppola.

O filme tem problemas, um deles se chama Seu Jorge, que simplesmente me distrai do filme. Eu entendo como brasileiros podem ser excêntricos e, portanto, divertidos, mas ninguém deveria entender aquelas músicas… A medida do filme também é esquisita, não dá pra sentir uma evolução natural, se o fim está perto, o que será o fim, etc., mas apenas uma suscessão de eventos e imagens. Mas não é ruim, eu não me lembro de nenhum outro filme que tenha me feito sorrir continuamente por uma hora e meia.

O acesso de raiva que Bill Murray tem quando seu navio é invadido por piratas filipinos (óun) sou eu. Se eu filmasse violência, seria assim. Adorável notar como a situação é legal, Bill Murray atacando piratas, filmá-la propositalmente tosco e fazer funcionar. Sou eu, amanhã, provavelmente. Ou na próxima vida. Ou na próxima.

Os primeiros trinta minutos são simplesmente perfeito. A coolness do que é estrangeiro, de eventos artísticos com as pessoas mais peculiares reunidas, as roupas, o movimento da câmera, o cara que remove o microfone do palco, que coloca uma jarra de água na mesa. O cavalo marinho. A animação early-Tim Burton do cavalo marinho. O sobrinho alemão.

É tudo que eu sempre quis fazer, mas que não faço idéia de como - meu Deus, os gorros vermelhos combinados ao uniformes azuis, porque o mar vai se misturar ao sangue…

Com a quantidade dos filmes aumentando, já se nota temas recorrentes aqui e ali; Família, especialmente pais e os "adotivos", aqueles que você escolhe amar além do que um elo natural demandaria, selecionar sua "equipe" - suas histórias nunca se concentram em apenas um personagem, todos, até mesmo os figurantes calados, são importantes e interessantes, pelo menos, esteticamente.

Wes Anderson é um dos membros mas estimados da minha equipe. Eu queria ter um anel "WA". 

The Ladykillers (1955)

É tão perfeitinho.

Eu odeio fazer comparações entre remakes porque a tendência é ficar com o orginal, mesmo que a refilmagem seja melhor. É a coisa certa de se fazer, apoiar os originais. Mas The Ladykillers, de 1955, é tão perfeitinho.

Simplesmente por se passar em Londres. Aquela velhinha, que é a própria velhinha do Piu-Piu, não poderia ser de nenhum outro lugar. A casa. A rua. Peter Sellers. Alec Guinness - ooh, como eu odeio Tom Hanks.

As cores, os créditos iniciais. Ooh, tão perfeitinho. 

Lavoura Arcaica

Eu nunca consegui estalar meu pulso -agora eu consigo e faço o tempo todo, olha - como nos filmes que alguém ameaça uma outra pessoa, assim, com o pulso perto do rosto, ou com o pulso mostrado em detalhe ao lado da coxa (geralmente, direita) e cruechg.

Eu vi dois minutos de Lavoura Arcaica, que valem por duas horas de tortura-Ichi-the-killer-style, estalei o pulso (yay!) e saí da sala dizendo "meu Deus, meu Deus, meu Deus…"

Acho que o propósito da coisa toda era mostrar lirismo, poeticidade.

Poesia é o meio mais comum para escritores ruins se manifestarem - ande na Avenida Paulista, por exemplo. Quantos poetas-de-boina vão pará-lo e te mostrar poesias sobre uma garota chamada Vanda, Vanda vadia, vem volúpia, vem/Anda, manda, dança/Vanda, dança, vai, vai/Vanda, não volta nunca mais/Vanda viu a uva do vovô e voou, voou/Vanda vai, vai, vai ou os dias da minha juventude corrompida pelos truques do destino-menino, menino-porco, menino-lindo, tecendo traquinagens tolas com os fios do universo, os fios dos seus cabelos dourados, Vanda, vai, vai, Vanda e não volta nunca mais, não

Na verdade, recentemente, leram pra mim algo de Vinícius de Moraes que rimava mar e luar e era uma merda. Eu não me lembrava que era tão ruim.

Todo professor de português faz uma lavagem cerebral em todas as crianças durante a quarta série, mais ou menos, levando letras de música de Chico Buarque e coisas assim, para atiçar a poesia dentro de nós, fazê-la rugir, se mostrar, dar a cara para bater... E a criança cresce, com sua poesia interna atiçada, e acha Lavoura Arcaica sensacional, emocionate e tão poético - ‘mas o que é "lascívia?"’ (sim, eu ouvi isso, quando voltei à sala).

É afetado e falso. Uma tortura. Lirismo brasileiro acompanhado de atores brasileiros são uma tortura.  Porque atores falam "lascívia" pronunciando to-das as sí-la-bas e com uma falsidade tão grande que eu duvido que eles saibam exatamente o que é "lascívia", ou mesmo "você", vo-cê… É outro idioma, pronuncionado por alienígenas, como atores tentando falar português em filmes supostamente passados no Brasil, oprigado, por-favorrr, señor (na verdade, eu os prefiro aos verdadeiros).

Qualquer coisa com um rastro de emoção é apreciado no Brasil. Somos todos um bando de emos deprimidos.

Ghost World

Eu poderia dizer, uau, *O* filme sobre o que acontece depois do colegial, sobre *A* tristeza de ver seus amigos arrumando empregos e ficando estúpidos e estúpidos, *A* depressão de ser "velho demais pra morrer jovem", nossa Senhora, a Thora Birch sou eu (não fisicamente, e nem muito a personalidade, mas a situação) e uuuuh, Scarlett, Scarlett, Scarlett, mas o que eu REALMENTE vou dizer é:

Thora Birch e Steve Buscemi se beijando é a definição do que é indie.

E quando, meu Deus, eu me imaginaria assistindo um filme, gritando silenciosamente para a protagonista "beija o Steve Buscemi, beija o Steve Buscemi!"…

O final é equivocado. Poderia ter acabado antes, mas não importa. 

A namorada do meu irmão

Estou em um escritório adjacente à sala de tevê. Eu posso vê-la e ouvir o que está se passando. Meu irmão está lá com a namorada. Ela é o tipo de pessoa que faz isso:

Ator do filme - Bruce!

Namorada do meu irmão - Bruce!

Atriz do filme - NO!

Namorada do meu irmão - NO! 

Não é adorável?

Lady in the Water

Estou pulando uma longa lista de filmes para falar de Lady in the Water.

Quero começar pela experiência que tive no cinema com este filme.

Pouco antes de entrar na sala de projeção, eu estava fazendo hora, bebendo Fanta e me divertindo com M.L., quando vi uma garota com um estranho adereço de cabeça passar.

Meio comum ver pessoas esquisitas no Bristol, mas era uma coisa muito, muito esquisita na cabeça da menina e eu não podia entender como aquilo estava preso - se era uma tiara, se eram fivelas, um chapéu, não, nada disso.

Eram flores azuis grudadas, de alguma forma, do lado esquerdo de sua cabeça e era assustador. 

Algumas pessoas se vestem de modo diferente e eu realmente não me importo e até apóio, faz tudo ficar muito mais interessante quando a vida real pode ser tão chata. Mas aquilo. Aquilo era totalmente sem sentido. Não era um diferente-bom. Era feio e alarmante - aquela garota era tão sem contato com o mundo, tão sem senso de humor, que ela não riu quando se olhou no espelho? 

Imagine alguém vestido de cogumelo e com uma seriedade plena. Como seria essa pessoa?

Enfim, eu entrei na sala, uns trinta lugares ocupados em uma sala pra cem (era uma sessão da tarde), subi as escadas até onde achei que a distância entra a tela e eu ficaria adequada e, acidentalmente, me sentei atrás da garota com o adereço na cabeça. 

Talvez eu tenha visto ela ali, um mistério, e inconscientemente, fui atraída a me sentar perto dela, perto daquela irresistível Esfinge do mau-gosto prestes a me devorar. Mas juro, enquanto consciente da minha consciência, que eu só reparei que ela estava lá depois de ter me sentado, de ter acomodado duas sacolas com livros e mangás, minha bolsa e tudo.

Ela comia um hambuguer. Quem come um hamburguer em um cinema? E sem a menor vergonha também, ou pressa. Ela tinha orgulho. Vejam, estou comendo um hambuguer no cinema enquanto uso um estranho adereço na minha cabeça. Que intrigante. 

Ok. O filme.

Ah, não. Os traillers. Devo ter rido de alguns, não me lembro. E, então:

Snakes on a Plane!

Oooh, que prazer!

Então, tentar explicar a coolness de Snakes on a Plane. 

Quando lançaram Scream, muitas pessoas não perceberam que era irônico, que não era um filme de terror de verdade - não estou dizendo que eu gosto, mas era irônico, eles queriam chamar o filme de Scary Movie, originalmente, para falar, seja bem ou mal, mas ironica e sarcasticamente sobre filmes de terror (sim, era metalingüístico, era inteligente).

Snakes on a Plane é um filme de ação irônico. Você pode imaginar isso? Snakes. On a Plane? Snakes on a Plane? Com Samuel L. Jackson? É como nomear qualquer coisa de "Paris Hilton on Fire".

Eu entendo que, na verdade, os críticos não estão adorando o filme, apesar de terem elogiado o conceito, mas eu sempre vou amar um filme chamando Snakes on a Plane. Snakes on a Plane!

E então, o filme.

Começa com uns desenhos tosquinhos, pseudo-africanos, um texto bem imbecil, com os bonequinhos deixando de ouvir as criaturas das águas porque estão carregando casinhas acima das cabeças e se mudando para longe - viu? tudo acabou com a propriedade privada, e eu olho para a garota com aquilo na cabeça, sentada no escuro.

Mesmo assim, eu estou tentando. Você sabe, por causa de Sixth Sense. E, sei lá, uma cena em Unbreakable.

The Village foi como a primeira traição. Todo namoro passa por uma traição, mas resolvem tentar mesmo assim, você sabe, pelo amor. Lady in the Water é sobre como eu rompi com Shyamalan. Como todo mundo deveria.

Eu preciso falar sobre os desenhos pseudo-africanos agora porque, no filme, a lenda da garota do lago (que não é um lago, é uma piscina) é chinesa e tem criaturas chamadas scrunts e narfs.

Sabe, eu nem me importei com os alienígenos suscetíveis a H2O invadindo um planeta feito de 3/4 de água, juro por Deus, mas isso é uma ofensa pior do que chinesas interpretando gueixas, muito pior. É um erro nem mesmo de roteiro, é um erro de sinapse, antes de qualquer coisa ter se materializado, ter tido permissão para tal - e como ele deixou chegar tão longe?

Bom, Night sofreu problemas com a Disney, todos nós sabemos, mas ele não tem bom senso? Digo, como uma pessoa? A garota do hamburguer, com aquilo na cabeça, lendas africanas/chinesas com scrunts e narfs e Eatlons, Atlons, Otlons, sei lá… O bom senso morreu? Mistérios, mistérios. 

Paul Giamatti. Eu gosto, mais ou menos, ele sempre faz personagens caricaturais que acabam, felizmente, se parecendo com pessoas reais, mas eu senti vergonha por ele. Vergonha por ele estar nesse filme, ter de gaguejar e fazer coisas tão ridículas que jamais seriam naturais, senti vergonha por ele ter se esforçado para fazer um filme tão, tão ruim que faz The Village ser Casablanca, por isso. 

Se eu precisasse apontar exatamente qual o problema com M. Night Shyamalan eu diria que foi ambição. Sixth Sense era um filme mais ou menos pequeno que deu muito certo e então tudo começou a ganhar proporções imensas e ele quis ser imenso - ele quis refazer Lord of the Rings e Harry Potter, cheio de criaturas mitológicas e regras (ooh, o guardião poderá enfrentar o scrunt que está atrás da Madame Narf que espera pela águia Eatlon, e essa coisa toda é controlada pelos tooki-tooki, que só aparecem no final do filme, não sei porquê) mas no próprio quintal, para mostrar, não sei, que coisas fantásticas podem acontecer com pessoas completamente normais.

As pessoas não são normais. O conjunto de apartamentos em que toda história acontece, que é como um prédio da ONU, você tem TODAS as minorias representadas, é cheio de pessoas que deveriam te conquistar (ooh, aquela chinesa é tão debochada) mas é impossível sentir simpatia. A coruja do Harry Potter tem muito mais carisma.

Harry Potter pode ou não pode ser um lixo literário, eu odiei o primeiro filme, eu dormi, não vi o segundo, e gostei de Azhsfskaban, ou seja lá qual for o nome. Nesse aí, com o Gary Oldman, existem umas criaturas assustadoras que fazem o Harry Potter desmaiar, bem Freudian/Jung - dá medo, de verdade. Olha, eu estou te dizendo que Harry Potter dá medo. 

Lady in the Water não dá medo. Dá susto e nem muito bem. O som sobe de repente, vocês sabem como é, mas nenhum medo.

Em dado momento do filme, eu estava feliz porque eu tinha chiclete. Ooh, estou tão feliz que eu tenho chiclete e eu posso mascar, mascar, mascar e fazer bolas enquanto olho pra tiara/fivela/chapéu/alien da garota da frente. Eu não sentia nada, nenhuma simpatia por nenhum personagem, eu não estava me divertindo, eu não estava assustada, eu não estava nada.

Minto. Me joguei na cadeira diversas vezes como se o desprezo tivesse me dado um peteleco no nariz.

Oh, então o Shyamalan é o escritor incompreendido que vai salvar a humanidade? Oh, então você tem um crítico que não sabe do que fala e é, em suma, detestável? É possível ser mais indulgente? É possível não ter vergonha disso?

Olha, todos nós nos achamos a última batatinha e, provavelmente, todos nós escrevemos historinhas quando criança em que pessoas muito parecidas com nós mesmos eram super-heróis, super-escritores, super-pintores, super-fotógrafos, super-cineastas, super-cozinheiros, super-jardineiros, super-tudo, já que, secretamente, somos mesmo isso tudo - mas você publicaria isso e a sério? Você teria essa presunção e completa falta de vergonha na cara? Aparentemente, algumas pessoas sim.

Enfim.

Pessoas tentando ser adoráveis.

Pessoa má: O crítico, é claro. 

Twist.

Twist.

Twist.

Scrunt. 

Shyamalan.

Shyamalan.

Shyamalan.

Shyamalan.

Shyamalan. 

Morte da pessoa má.

Celebração das boas pessoas. 

Grande cena de rendeção.

Narfs, scrunts, orcs, hobbits, oompa-loompas e tal.

Fim. 

Que coisinha horrível. Abracei minhas sacolas, acordei M.L. e me levantei o mais rápido possível. E, então, eu ouço sons, além da música dos créditos. Eu ouço um nariz. Sim, um nariz. Fungando com prazer e orgulho.

Bom, se você lê bastante, sabe qual o final da minha história (e as histórias são escritas dessa forma porque as coisas acontecem assim). Sim. Era a menina da coisa na cabeça. Ela estava chorando. Chorando.

Como isso é possível?

Eu acredito que foi assim: Ela leu a sinopse do filme no jornal jogado no chão enquanto plantava bananeira. Então, voltou a ficar em posição "normal", colocou seu melhor adereço de cabeça e disse "vou ter uma catarse hoje" , "eu vou chorar no cinema hoje e não só vou ter uma grande experiência pessoal, como todos vão olhar pra mim e pensar que pessoa artística, sensível e única eu sou!", olhando no espelho agora, "graças a essa belezura aqui" e tocando, de leve, o objeto que representa o fim da própria humanidade.

Como isso é realmente possível, como realmente aconteceu, o que se passa dentro da cabeça da menina, e mesmo por fora, com quem dividi uma sessão de cinema inesquecível, bem, é uma pergunta que eu deixo para a posteridade, para as muitas gerações por vir, que poderão, assim espero, respondê-la com muito mais conhecimento do que possuímos agora.

Box Kill Bill

A 2001, que, geralmente, lança coisas muito caras, está vendendo o box do Kill Bill (Vol.1 e Vol.2) por 39,90, o que é muito estranho.

Eu não tenho, ainda, em minha mais ou menos vasta coleção de dvds, nenhum dos Kill Bill porque quis esperar por um box especial cheio de extras e, principalmente, com a versão japonesa dos filmes (pra quem ainda não me ouviu falar sobre isso, existe uma versão feita apenas para o Japão de ambos os volumes, que, dizem, é muito mais violenta e longa).

Imagino que estejam lançando isso para o Natal (inteligente, lançar agora, depois de ter passado pela tevê a cabo e não no ano passado) mas o preço é tão baixo que não sei o que fazer.

É claro, o box, apesar de extras, não tem a versão japonesa e acho que não é da intenção lançarem-na aqui… Jamais. Mas… será? 

Quem comprou o dvd do Donnie Darko aqui no Brasil sabe da decepção. O dvd é muito, muito ruim. A cópia é péssima, até as legendas são horríveis, parece pirata, apesar de não ser. Poucos meses depois do lançamento do Donnie Darko em dvd aqui no Brasil, lançaram Donnie Darko - The Director´s Cut nos Estados Unidos (que, pela Amazon, junto do livro sobre o filme, ficava muito, mas muito barato) e deve ser ótimo.

Existe na Internet a versão japonesa de Kill Bill para a venda em dvd, mas apenas com a região específica para tal.

Com relação a isso, sou totalmente ignorante. Assisto muitos filmes pela Internet, baixar legendas separadamente é como física quântica pra mim, conseguir "destravar" o dvd, ou seja o que for, para poder assistir dvds de qualquer região é o segredo do universo.

 

OBS.: Comentários não pertinentes a este blog, por mais que sejam bem redigidos e bem-intencionados, não serão aprovados. Não faz sentido algum tirar os comentários do meu blog pessoal para permiti-los aqui. E é trapaça. Obrigada.

Ooof

Como alguns devem ter notado, minha frequência de posts caiu bastante. Estou com probleminhas que me impedem de entrar todos os dias e de poder permanecer muito tempo. Meu caderninho com a torre Eiffel na capa está com as anotações sobre os filmes que andei vendo e, desesperadamente, espero que tudo volte ao normal em breve.

Essa noite, eu SONHEI que eu explicava a alguém porquê o conceito de Snakes on a Plane é tão legal. Imaginem.